17 de junho de 2026 · 5 min
Elo7 fechou: o que fazer agora (guia pra quem vendia lá)
Se você vendia no Elo7 e recebeu a notícia de que a plataforma fechou, respira: dá pra continuar vendendo, e em muitos casos vender até melhor. O Elo7 te dava vitrine, mas também levava uma fatia de cada venda e ficava com o controle do seu cliente. Agora é a hora de virar esse jogo e ter uma loja que é sua. Veja o passo a passo do que fazer agora.
Primeiro: não entre em pânico (e salve seus dados)
O fim do Elo7 não é o fim do seu negócio. Sua marca, suas fotos, sua lista de clientes e a confiança que você construiu continuam com você — nada disso era do Elo7.
A primeira coisa prática é salvar tudo o que ainda dá. Baixe as fotos dos seus produtos, anote as descrições e os preços e, se ainda conseguir acessar, exporte a sua lista de pedidos e de clientes. Esse material é o que vai montar a sua loja nova em minutos.
Se o painel ainda estiver no ar, exporte a planilha de produtos. Ela é ouro: com ela dá pra recriar a loja inteira sem cadastrar um por um.
O que o Elo7 te dava (e o que ele te tirava)
O Elo7 era um marketplace: trazia gente procurando artesanato e te colocava na vitrine. Isso é bom. Mas tinha o outro lado — comissão alta em cada venda, concorrência lado a lado com centenas de lojas parecidas, e o cliente era 'do Elo7', não seu.
Quando um marketplace fecha, quem dependia 100% dele sente o baque. A lição que fica é simples: ter um lugar que é seu, onde ninguém pode te desligar.
A boa notícia é que hoje você não precisa de um marketplace pra vender. A maior parte das suas vendas pode vir do seu Instagram, do seu WhatsApp e dos clientes que já te conhecem — direto pra sua loja.
A saída: sua própria loja (não outro marketplace)
Em vez de pular pra outro marketplace e repetir a mesma dependência, o caminho mais seguro é ter a sua loja própria: um link só seu, com a sua marca, onde o cliente compra e paga na hora.
Funciona assim: você monta uma página tipo yuu.app.br/suamarca, sobe seus produtos com foto e preço, conecta o Pix e pronto. O cliente abre, escolhe, paga no Pix (que cai na hora na sua conta) e você só posta o pedido.
Sem comissão de marketplace levando a maior fatia, sem mensalidade pra começar, e o cliente é seu de novo — pra você vender de novo amanhã.
Como migrar em um dia (e levar seu catálogo junto)
Você não precisa recadastrar 200 produtos na mão. Se você tem a planilha do Elo7 (ou um Excel com seus produtos), dá pra importar tudo de uma vez.
O passo a passo: 1) Crie sua loja grátis. 2) Junte suas fotos e a planilha de produtos. 3) Suba o catálogo (ou peça ajuda pra importar em massa). 4) Cole o link na bio do Instagram e avise seus clientes que sua loja mudou de casa.
Na yuu, se o seu catálogo é grande, a gente te ajuda a importar — você manda a planilha e a loja sai montada. Aí é só avisar a galera que você continua firme, agora num lugar que é seu.
Perguntas frequentes
O Elo7 fechou mesmo? E minhas vendas em aberto?
Confira os comunicados oficiais da plataforma sobre prazos de pedidos e repasses. Independente disso, o mais importante agora é garantir o futuro: salvar seus dados e montar um lugar seu pra continuar vendendo sem depender de ninguém.
Preciso entrar em outro marketplace?
Não necessariamente. Muitos artesãos vendem mais tendo a própria loja e trazendo o cliente do Instagram e do WhatsApp — sem comissão alta e sem virar mais um número numa vitrine lotada.
Como recrio minha loja sem cadastrar tudo de novo?
Com a sua planilha de produtos. Dá pra importar o catálogo de uma vez. Se for grande, a yuu te ajuda a importar em massa — você manda a planilha e a loja sai pronta.
Quanto custa pra começar?
Grátis pra montar a loja. Você só paga uma pequena taxa quando vende, com o Pix caindo na hora na sua conta.